Comprar ou vender ações, obrigações e fundos
Desde 3 de janeiro de 2018, o banco ou a corretora não pode executar ordens de uma empresa sem LEI. Vale para qualquer carteira em nome da empresa, por pequena que seja.
Pesquise qualquer entidade pelo nome, NIF ou LEI e veja logo se tem LEI, se está ativo e quando renova. Se ainda não tiver, tratamos do pedido por si.
Escolha um resultado para ver a ficha completa: estado, datas, morada, entidade emissora e empresa-mãe.
Índice global da GLEIF, atualizado todos os dias, e mais de 300 000 entidades portuguesas. Se a entidade ainda não tiver LEI, mostramos-lho e preparamos o pedido.
O LEI (Legal Entity Identifier) é um código único, definido pela norma ISO 17442, que identifica uma entidade jurídica: uma sociedade, uma associação, uma fundação, um fundo de investimento, um organismo público. Cada entidade tem um só LEI, que serve para todos os bancos, corretoras e reguladores, em qualquer país.
O sistema é coordenado pela GLEIF, uma fundação sem fins lucrativos supervisionada por um comité de autoridades públicas de todo o mundo. Quem atribui os códigos são entidades emissoras acreditadas por ela, as LOU (Local Operating Units). Todos os dados ficam num índice público e gratuito.
Nome legal, morada da sede, forma jurídica, número de registo e estado. Confirmados contra o registo comercial e revalidados em cada renovação.
A empresa-mãe direta e a empresa-mãe final, quando a empresa consolida contas num grupo, ou o motivo para não as indicar. Os sócios pessoas singulares não aparecem.
Confirma os dígitos de controlo, sem sair desta página.
O LEI é o mesmo em Lisboa, Frankfurt ou Nova Iorque. Um banco alemão, uma corretora americana ou um regulador europeu identificam a sua empresa pelo mesmo número, sem traduções nem certidões.
1,99 milhõesde LEI ativos, em empresas de todos os continentes
LEI ativos (estado ISSUED) por país da morada legal. Fonte: índice global da GLEIF, 15 de outubro de 2026.
O LEI é exigido em contextos financeiros e regulatórios concretos. Se a sua empresa está num destes casos, o banco, a corretora ou o regulador vai pedi-lo, e sem ele a operação para.
Desde 3 de janeiro de 2018, o banco ou a corretora não pode executar ordens de uma empresa sem LEI. Vale para qualquer carteira em nome da empresa, por pequena que seja.
Um forward cambial, um swap de taxa de juro ou uma opção contratados com o banco são reportados com o LEI das duas partes. Exportadores e importadores que fixam o câmbio estão aqui.
Sociedades com ações ou obrigações registadas na Euronext Securities Porto, a antiga Interbolsa, fundos de investimento e quem faz operações de recompra ou empréstimo de títulos.
Seguradoras e resseguradoras, sociedades gestoras e fundos de pensões, e os mediadores de seguros que trabalham noutros Estados-Membros da UE têm de ter LEI.
Bancos, seguradoras e outras entidades financeiras identificam os fornecedores de serviços de TI no registo de informação do DORA, com LEI ou EUID. Se trabalha para o setor, é provável que lho peçam.
Um banco na abertura de conta, um investidor, um auditor ou um cliente estrangeiro pode pedir o LEI para identificar a empresa sem ambiguidade. As mensagens de pagamento ISO 20022 já têm campo próprio para ele.
O resultado aparece aqui, com o motivo de cada caso.
O LEI tem de ser renovado todos os anos. Num plano de vários anos paga menos por ano e as renovações ficam por nossa conta até ao fim do período.
Para quem precisa já e prefere decidir ano a ano.
Renovação seguinte: 59 €.
O equilíbrio entre preço e compromisso, para a maioria das empresas.
50 € por ano. Poupa 27 € face ao anual.
Para quem negoceia ou reporta com regularidade e não quer voltar a pensar nisto.
45 € por ano. Poupa 70 € face ao anual.
Já tem LEI noutro fornecedor? Passamos a gestão para a Sooma sem custo, e o número não muda. Se estiver caducado ou perto da data, renova-se no mesmo pedido, ao preço normal.
Um LEI caducado recupera-se com uma renovação normal, ao preço do plano que escolher. O número mantém-se e volta ao estado ativo.
Grupos, sociedades gestoras de fundos e contabilistas com várias entidades: gestão centralizada, datas de renovação alinhadas, uma só fatura e preço por volume.
Preços em euros, sem IVA à taxa de 23%. Incluem a taxa anual da GLEIF e o custo da entidade emissora. Sem custos de ativação nem de Nível 2.
Um LEI caducado continua a existir, mas assinala que os dados deixaram de ser confirmados. Muitos intermediários e reportes só aceitam um LEI ativo: o caducado trava a ordem ou o reporte no dia em que é preciso.
Fonte: índice global da GLEIF, publicação de 14 de outubro de 2026. Estados ISSUED e LAPSED.
Indica o NIF, o tipo de pedido e o período. Se a entidade já tiver LEI, o formulário avisa e muda o pedido para renovação ou transferência.
3 minutosConfirmamos os dados com o registo comercial e enviamos a fatura. Se quem pede não for gerente ou administrador, enviamos também a minuta de autorização.
até ao dia útil seguinteA entidade emissora acreditada valida os dados e atribui o LEI, que fica publicado no índice global. Recebe o número e o certificado por email.
em regra, 1 dia útilAvisamos antes da data. Confirma que os dados se mantêm e o LEI continua ativo. Nos planos de 3 e 5 anos, as renovações estão pagas e tratadas.
uma vez por anoA Sooma não emite LEI. A emissão, a renovação e a transferência são sempre feitas por uma entidade emissora acreditada pela GLEIF, uma Local Operating Unit (LOU), com quem trabalhamos.
A Sooma trata do pedido, prepara e confirma os dados, acompanha a validação, guarda as datas e gere as renovações. Fala connosco, em português, do princípio ao fim.
O LEI.PT é um serviço da Sooma.com Web Services, fornecedora de email e alojamento em Portugal, e faz parte do DIGITALTRUST.PT, a área de certificação e cibersegurança da Sooma. Validar identidades, manter dados certos e não deixar caducar o que tem de estar ativo é o que já fazemos todos os dias com certificados de email.
Serviços irmãos: BIMI.PT, o logótipo da sua marca em cada email, e SMIME.PT, o visto de assinatura ao lado do seu nome.
Não encontra a resposta? Ligue para +351 210 205 164 ou escreva para ajuda@sooma.pt.
Não. Em Portugal, todas as empresas têm NIF; o LEI só é obrigatório em contextos financeiros e regulatórios concretos: negociar instrumentos financeiros, contratar derivados, ter títulos registados numa central de valores, atividade seguradora e de fundos de pensões, ou quando um banco, regulador ou cliente o pede. Use o teste acima para ver se é o seu caso.
Em regra, um dia útil depois de confirmados o pagamento e os dados. Pode demorar mais quando o nome ou a morada no pedido não coincidem com o registo comercial, quando falta a autorização de quem pede, ou para fundos e entidades estrangeiras, que exigem documentos adicionais. Se tem um prazo, diga-nos no pedido.
O número é para sempre; o registo tem de ser renovado todos os anos, confirmando que os dados se mantêm. Nos planos de 3 e 5 anos, as renovações anuais desse período já estão pagas e somos nós que as tratamos: só lhe pedimos que confirme os dados.
O LEI passa ao estado «caducado» (LAPSED). O número continua a existir e a aparecer no índice global, mas assinala que os dados não foram confirmados. Muitos intermediários e reportes regulatórios exigem um LEI ativo, e um caducado pode travar uma ordem ou um reporte. Recupera-se com uma renovação normal, sem sobretaxa.
Pode, sem custo. Chama-se transferência: a gestão do LEI passa para a entidade emissora com que trabalhamos e o número não muda. O processo segue as regras da GLEIF, que dão à entidade emissora atual a oportunidade de confirmar o pedido, e demora habitualmente alguns dias úteis. Se o LEI estiver caducado ou perto da data, renova-se no mesmo pedido, ao preço do plano.
Não. Cada entidade jurídica tem um só LEI, que serve para todos os bancos, corretoras e reguladores. Se descobrir que a sua empresa tem dois, um deles tem de ser anulado como duplicado; tratamos disso. As sucursais noutros países podem ter um LEI próprio, ligado ao da sede.
Pode, quando exerce uma atividade empresarial registada e precisa de LEI para ela, por exemplo para negociar instrumentos financeiros em nome da atividade. Pessoas singulares sem atividade empresarial não têm LEI. Confirmamos caso a caso antes de avançar.
O Nível 2 diz quem detém quem: a empresa-mãe direta e a empresa-mãe final, quando a empresa consolida contas num grupo. É obrigatório indicar essas relações ou o motivo para não as indicar, por exemplo porque os sócios são pessoas singulares, que nunca aparecem no LEI. Preparamos isto consigo e não cobramos nada a mais por ele.
Sim. O índice global da GLEIF é público, gratuito e de utilização livre: qualquer pessoa consulta o nome, a morada, o estado e as relações de grupo de qualquer LEI, como faz na pesquisa desta página. Não inclui dados pessoais de gerentes ou sócios.
Não. O número mantém-se e atualizam-se os dados, o que fazemos sem custo durante a validade. Numa fusão, a sociedade incorporada deixa de usar o seu LEI, que fica marcado como fundido e ligado ao da sociedade que a incorporou.
Cada fundo, subfundo ou sociedade tem o seu LEI. A partir de 10 entidades fazemos uma proposta com preço por volume, uma só fatura, datas de renovação alinhadas e um relatório do estado de todos os LEI. Indique o número no pedido.
Não. A Sooma atua como agente de registo. A emissão, a renovação e a transferência são sempre feitas por uma entidade emissora acreditada pela GLEIF (LOU), que valida os dados e publica o registo no índice global. Do seu lado, tudo passa pela Sooma: o pedido, a fatura, o apoio e as renovações.
Depois de confirmados os dados, enviamos a fatura da Sooma, com NIF e IVA portugueses. O pedido segue para a entidade emissora quando o pagamento é confirmado. Se, por alguma razão, o LEI não puder ser emitido, devolvemos o valor pago.
Respondemos, no máximo, no dia útil seguinte, com os dados confirmados, a fatura e, se for preciso, a minuta de autorização. Se não sabe que pedido fazer, escolha «Não sei» e dizemos-lhe.
Prefere falar? +351 210 205 164 (chamada para a rede fixa nacional), dias úteis, ou ajuda@sooma.pt.